Empresarial

O FGC cobriu apenas R$ 250 mil do seu investimento no Banco Master? O saldo excedente pode não estar totalmente perdido.

Se você foi orientado pelo seu assessor ou corretora a concentrar suas economias neste CDB, a responsabilidade pelo seu prejuízo pode ir além da liquidação do banco. Entenda como a falha na prestação de serviço do seu intermediário financeiro muda o cenário.

ATENÇÃO: INVESTIDORES COM SALDO EXCEDENTE AO FGC NO BANCO MASTER

A frustração de ver o patrimônio retido na Massa Falida!

A liquidação extrajudicial do conglomerado Banco Master, decretada em novembro de 2025, deixou milhares de investidores em uma situação de extrema vulnerabilidade.

Você já acionou o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e recuperou o teto de R$ 250 mil, ou esta em vias de recuperar. Mas e o resto da sua vida financeira? O valor excedente foi rebaixado à categoria de crédito quirografário, o que significa entrar no fim de uma fila incerta, longa e que raramente devolve o patrimônio integral, nós já vimos esta mesma história repetidamente em vários casos no Brasil (O pesadelo caso do Banco Santos de 2005, a fraude do Banco Cruzeiro do Sul de 2012 e inúmeros outros)

Mas a pergunta que os grandes investidores estão fazendo agora é: Quem recomendou esse risco para você?

A culpa é apenas do Banco Master ou a sua Corretora falhou com você?

Muitos investidores de perfil conservador que buscavam segurança para a aposentadoria ou proteção de capital  foram ativamente direcionados por seus assessores de investimento (AAIs) para os CDBs do Banco Master, atraídos por taxas irreais.

No Koyama Advogados, nossa atuação no contencioso estratégico aponta que o foco da recuperação de ativos nestes cenários não deve estar apenas no banco quebrado, mas sim na Corretora de Valores que intermediou a operação.

As corretoras possuem o dever fiduciário e regulatório (regido pela CVM) de alertar sobre riscos e respeitar o seu perfil de investidor. Se houve:

  • Omissão de Risco: Seu assessor não o alertou claramente sobre a falta de cobertura do FGC para valores acima de R$ 250 mil.

  • Violação de Suitability: Oferta de um produto de alto risco para um perfil historicamente conservador.

  • Falsa Sensação de Segurança: Promessas documentadas (e-mails, WhatsApp) de que o CDB do banco era “100% seguro”.

Isso configura falha na prestação do serviço (misselling). A corretora pode ser responsabilizada civilmente por empurrar um produto inadequado visando comissões, quebrando a confiança depositada.

Para quem é indicada a nossa análise de viabilidade?

A Justiça não aceita aventuras jurídicas. Entrar com uma ação genérica contra a corretora tem altas chances de falha. Nossa análise inicial é criteriosa e focada em investidores que preencham os seguintes requisitos:

  • Prejuízo Material: Possuir mais de R$ 250 mil aplicados no Banco Master (saldo não coberto pelo FGC).

  • Intermediação Ativa: O investimento não foi feito por conta própria no aplicativo. Houve orientação direta, e-mail ou mensagem de WhatsApp do seu assessor/gerente recomendando a aplicação.

  • Perfil Conservador: Histórico anterior focado em investimentos de baixo risco (Poupança, Tesouro Direto, LCIs de grandes bancos).

  • Vulnerabilidade: Investidores idosos, aposentados ou que alocaram verbas rescisórias e de subsistência na operação sob orientação equivocada.

O Passo a Passo da Recuperação Estratégica

  1. Auditoria de Provas (Gratuita): Analisamos suas conversas de WhatsApp com o assessor, e-mails, notas de negociação e seu teste de perfil de investidor da época.

  2. Parecer de Viabilidade: Entregamos um diagnóstico honesto. Se não houver prova de falha da corretora, não recomendaremos o litígio.

  3. Ação Indenizatória: Sendo viável, atuamos de forma cirúrgica para responsabilizar a corretora pela quebra do dever de informação, buscando a reparação material do seu saldo retido.

Não espere a fila da massa falida ditar o futuro do seu patrimônio

Cada dia que passa dificulta a coleta de provas (como gravações telefônicas da corretora
e logs de sistema). Converse com nossa equipe de especialistas em litígios complexos empresariais e bancários.

Jean Koyama

Sócio na Koyama Advogados: Lidero um escritório Full Service de vanguarda com sede em Campinas/SP e atuação digital em todo o Brasil, América do Norte e Europa. Com forte especialização no ecossistema de Tecnologia, E-Commerce e Negócios Digitais.

OAB/SP 391.607
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